Semana na Bolsa

Terceira semana do ano novo mostrando ainda volatilidade e realizações, vendas. Continua a aversão ao risco devido ao avanço da pandemia, com nova variante, além da inflação crescente. Tivemos quedas nas principais Bolsas dos Estados Unidos e baixas mais moderadas na Europa. Exceção foi a Bolsa de Valores de São Paulo que teve semana de alta.

O IBOV, índice Bovespa, terminou a semana aos 108.941,68 pontos, com baixa de -0,15% no dia, mas em alta de +1,88% na semana.

Dentre as principais ações que compõe o índice, destaques para:

A Vale, VALE3, fechou a semana cotada a R$ 84,91. Queda de -2,08% na sexta-feira, mas ainda em alta de +0,26% na semana.

Banco Itaú, ITUB4, fechou o último pregão da semana em R$ 23,30. Alta de +0,04% no dia, mas em baixa de -0,85% na semana.

A Petrobras, PETR4, fechou aos R$ 31,77. Alta de +0,16% no dia e de +1,02% na semana. Preço internacional do barril do petróleo em patamares muito altos.

A Brasil Bolsa Balcão, B3SA3, apresentou uma boa alta de +2,94% na sexta-feira, fechando em R$ 13,64. Bela alta de +11,62% na semana.

As ações do Banco Bradesco, BBDC4, fecharam cotadas em R$ 20,86. Baixa de -1,04% no dia e de -0,05% na semana.

Ambev, ABEV3, fechou em R$ 14,69. Alta de +1,38% no dia, mas em queda de -2,72% na semana.

Destaques de baixa nesta semana, CAML3, -8,51%, ainda destaque de baixa. EMBR3, -6,72%, também segunda semana seguida. E BRFS3, com -6,63%. Destaques de alta, tivemos SQIA3, +20,24%, OIBR3, +19,44%, e AMER3, com +15,37%.

Importante informar que estes dados e análises não significam nenhuma recomendação de compra ou venda. Apenas informações para ajudar você a tomar suas próprias decisões.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as expectativas dos principais profissionais do Mercado brasileiro, as previsões são de Inflação subindo para o final do ano de 2022. Na semana passada, a expectativa era de +5,03% e, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +5,09%.
Para o final de 2023, a expectativa para o IPCA era de +3,36%, mas agora é de +3,40%.

A previsão para o PIB brasileiro foi levemente maior que na semana passada. Era de +0,28%, mas agora está em +0,29%.
A visão para o final de 2023 também subiu. Era de +1,70%, mas agora é de +1,75%.

Para o Dólar, a previsão para o final de 2022 foi mantida, com mediana em R$ 5,60.
Para o final de 2023, a previsão era de R$ 5,45, passou a R$ 5,46.

A taxa Selic para o final deste ano permanece em +11,75%.
A previsão para o final de 2023 também foi mantida em +8,00%.

Semana na Bolsa

Segunda semana do ano novo mostrando volatilidade e realizações/vendas. A pandemia, com nova variante, além da inflação, causa dúvidas na economia e investimentos. Tivemos leves baixas nas principais Bolsas dos Estados Unidos e da Europa. Exceção da Bolsa de Londres, em alta. Também tivemos boa alta na Bolsa de Valores de São Paulo.

O IBOV, índice Bovespa, terminou a semana aos 106.927,79 pontos, com alta de +1,33% no dia e de +4,10% na semana.

Dentre as principais ações que compõe o índice, destaques para:

A Vale, VALE3, fechou a semana cotada a R$ 84,69. Alta de +0,58% na sexta-feira e de +0,82% na semana.

Banco Itaú, ITUB4, fechou o último pregão da semana em R$ 23,50. Baixa de -0,76% no dia, mas em alta de +3,84% na semana.

A Petrobras, PETR4, fechou em R$ 31,45. Bela alta de +3,73% no dia e de +11,60% na semana. Preço internacional do barril do petróleo voltou a subir bem.

A Brasil Bolsa Balcão, B3SA3, apresentou uma bela alta de +5,44% na sexta-feira, fechando em R$ 12,22. Boa alta de +8,72% na semana.

As ações do Banco Bradesco, BBDC4, fecharam cotadas em R$ 20,87. Alta de +1,61% no dia e de +3,06% na semana.

Ambev, ABEV3, fechou em R$ 15,10. Alta de +0,73% no dia e de +3,92% na semana.

Destaques de baixa nesta segunda semana do ano, LWSA3, -15,34%, novamente a maior baixa. EMBR3, -8,56%, e CAML3, com -8,52%. Destaques de alta, tivemos IGTI11, +18,25%, USIM5, +12,06%, e AZUL4, com +10,17%.

Importante informar que estes dados e análises não significam nenhuma recomendação de compra ou venda. Apenas informações para ajudar você a tomar suas próprias decisões.

Vendas no Varejo

O volume de vendas do comércio varejista cresceu 0,6% em novembro de 2021, na série com ajuste sazonal. Na série sem ajuste, o comércio varejista teve queda de 4,2% comparado a novembro de 2020. No acumulado no ano, o varejo aumentou 1,9%. O acumulado nos últimos doze meses foi de +1,9% em novembro.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas avançou 0,5% em relação a outubro.

Cinco das oito atividades tiveram quedas: Móveis e eletrodomésticos, -2,3%, Tecidos, vestuário e calçados, -1,9%, Combustíveis e lubrificantes, -1,4%, Livros, jornais, revistas e papelaria, -1,4%, e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação, -0,1%.

Houve crescimento em Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, +0,9%, Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, +1,2% e Outros artigos de uso pessoal e doméstico, com +2,2%.

No comércio varejista ampliado, a alta de 0,5% no volume de vendas, em novembro, foi influenciada por Veículos, motos, partes e peças, +0,7% e material de construção, +0,8%, depois dos resultados negativos do mês anterior.

Os resultados foram negativos em 14 dos 27 estados. As quedas mais intensas foram na Paraíba, -3,1%, Piauí -3,0, e Bahia -2,8%. Os destaque de alta foram Roraima, +3,7%, Rio de Janeiro +2,8%, e Distrito Federal +2,7%.

No comércio varejista ampliado, as taxas negativas mais intensas foram da Paraíba, -6,8%, Tocantins -6,1%, e Alagoas -5,1%. Onde as vendas cresceram, destaque para Rio de Janeiro, +2,1%, Amazonas 1,9%, e Rondônia +1,7%. O Amapá ficou estável.

A pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE.

IPCA – Inflação

O IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, de dezembro subiu 0,73%, abaixo da taxa de +0,95% registrada em novembro. O ano de 2021 terminou com variação de +10,06%, acima dos +4,52% registrados em 2020. Em dezembro de 2020, a variação havia sido de +1,35%.

Todos os grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em dezembro. A maior variação veio de Vestuário, com +2,06%, seguido de Artigos de Residência, +1,37%, e Alimentação e bebidas, +0,84%, Saúde e cuidados pessoais, +0,75%, Habitação, +0,74%, e Transportes, +0,58%, Despesas pessoais, +0,56%, e Educação, com +0,05%.

No grupo Vestuário, destaque para as altas das Roupas masculinas, +2,53%, Roupas infantis, +2,11%, Roupas femininas, +2,00%, e Calçados e acessórios, com +1,92%.

No grupo dos Artigos de residência, as principais contribuições vieram dos itens Mobiliário, +2,07%, e Eletrodomésticos e equipamentos, com +1,77%. 

Em Alimentação e bebidas, o subgrupo Alimentação no domicílio teve alta de 0,79%, com destaque para Cebola, +20,94%, as Frutas, +8,60%, Café moído, +8,24%, e Carnes, +1,38%. Mas tivemos quedas nos preços da Batata-inglesa, -14,55%, do Tomate, -9,21%, e do Leite longa vida, com -2,89%.

Dentre as regiões, todas as áreas pesquisadas tiveram alta em dezembro. A maior variação ocorreu em Rio Branco, com +1,18%, e o menor resultado foi observado em Brasília, com +0,46%.

A pesquisa foi realizada e divulgada pela equipe do IBGE.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as expectativas dos principais profissionais do Mercado brasileiro, as previsões são de Inflação mantida para o final do ano de 2022. Na semana passada, a expectativa era de +5,03% e, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve permanecer nos mesmos +5,03%.
Para o final de 2023, a expectativa no IPCA era de +3,41%, mas agora é de +3,36%.

A previsão para o PIB brasileiro foi menor que na semana passada. Era de +0,36%, mas agora está em +0,28%.
A visão para o final de 2023 era de +1,80%, mas agora é de +1,70%.

Para o Dólar, a previsão para o final de 2022 foi mantida, com mediana em R$ 5,60.
Para o final de 2023, a previsão era de R$ 5,40, passou a R$ 5,45.

A taxa Selic para este ano subiu para +11,75%. Na semana passada, era de +11,50%.
A previsão para o final de 2023 também foi mantida em +8,00%.

Semana na Bolsa

2022 começou. Primeira semana do ano novo mostrando volatilidade e realizações/vendas. A continuidade da pandemia, com nova variante, afeta ainda mais a economia. Tivemos baixas nas principais Bolsas dos Estados Unidos, mas leves altas nas principais Bolsas da Europa. Também tivemos baixa na Bolsa de Valores de São Paulo.

O IBOV, índice Bovespa, terminou a semana aos 102.719,47 pontos, com alta de +1,14% no dia, mas em baixa de -2,01% na semana.

Dentre as principais ações que compõe o índice, destaques para:

A Vale, VALE3, fechou a semana cotada a R$ 84,00. Bela alta de +5,82% na sexta-feira e de +7,75% na semana. Recuperação das compras na China.

Banco Itaú, ITUB4, fechou o último pregão em R$ 22,63. Alta de +2,21% no dia e de +8,02% na semana.

A Petrobras, PETR4, fechou em R$ 28,18. Alta de +0,46% no dia, mas em baixa de -0,95% na semana.

A Brasil Bolsa Balcão, B3SA3, apresentou uma alta de +2,37% na sexta-feira, fechando em R$ 11,24. Alta de +0,90% na semana.

As ações do Banco Bradesco, BBDC4, fecharam cotadas em R$ 20,23. Alta de +1,45% no dia e de +5,41% na semana.

Ambev, ABEV3, fechou em R$ 14,53. Baixa de -1,62% no dia e de -5,77% na semana.

Destaques de baixa nesta primeira semana do ano, LWSA3, -24,70%, ETER3, -21,99%, e VIIA3, com -20,57%. Destaques de alta, tivemos BRFS3, +9,24%, e BRAP4, com +6,68%.

Importante informar que estes dados e análises não significam nenhuma recomendação de compra ou venda. Apenas informações para ajudar você a tomar suas próprias decisões.

IPC – FIPE

A inflação de outubro, medida pelo IPC-Fipe, teve alta de 1% no mês de outubro, chegando a +8,32% no acumulado do ano e de +10,30% nos últimos 12 meses. Os grupos que mais contribuíram para o resultado do mês foram Habitação, +0,93%, e Despesas Pessoais, +1,96%.

No grupo Habitação, com alta de 0,93%, destaques ainda para o preço da energia elétrica, +5,67%, e do botijão de gás, +3,84%. Em Despesas Pessoais, destaque para o setor de turismo, com alta no preço das viagens/excursão, + 12,07%, e das passagens de aéreas +8,93%.
No grupo Alimentação, tivemos queda nos preços de produtos semielaborados como carne bovina, -0,78%, e leite, -1,46%.
O grupo Transportes teve alta de 1,48% devido a aumentos na gasolina, +3,84%, e do etanol, +4,26%, devido a problemas climáticos que afetaram a produção de cana de açúcar.
A retomada da atividade econômica em setores afetados pela pandemia causou uma série de reajustes de preços. O grupo de Despesas Pessoais teve alta de 1,96%, especialmente devido à passagem aérea, +8,93%, e viagem, +12,07%. Vestuário teve alta de 0,74%. Já Educação teve alta de 0,07%.
O grupo Saúde teve queda de -0,84% no mês devido à redução nos preços de contratos de assistência médica.

A pesquisa foi realizada e divulgada pela FIPE, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as expectativas dos principais profissionais do Mercado brasileiro, as previsões são de Inflação mantida para o final do ano de 2022. Na semana passada, a expectativa era de +5,03% e agora, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar nos mesmos +5,03%.
Para o final de 2023, a expectativa no IPCA é de +3,41%.

A previsão para o PIB brasileiro foi menor que na semana passada. Era de +0,42%, mas agora está em +0,36%.
A visão para o final de 2023 foi mantida em +1,80%.

Para o Dólar, a previsão para o final de 2022 foi mantida, com mediana em R$ 5,60.
Para o final de 2023, a previsão também foi mantida em R$ 5,40.

A taxa Selic para este ano foi mantida em +11,50%.
A previsão para o final de 2023 também foi mantida em +8,00%.

Bolsa – Retrospecto

2021 terminou. Ano difícil para o mundo todo devido a continuidade da pandemia, afetando ainda mais a economia. Vamos ver como foram os principais Mercados Mundiais e, principalmente na Bolsa de Valores de São Paulo.

Na Europa, o ano de 2021 foi de recuperação nas principais Bolsas e até de recordes. Assim também nas Bolsas dos Estados Unidos. A Bolsa de Valores de São Paulo também bateu recordes no mês de junho, mas fechou o ano em queda.

O IBOV, índice Bovespa, terminou o ano aos 104.822,44 pontos, com alta de +0,69% no dia, mas em baixa de -0,07% na semana. Fechou o mês de dezembro em alta de +2,85%, mas em queda de -11,93%.

Dentre as principais ações que compõe o índice, destaques para:

A Vale, VALE3, fechou 2021 cotada a R$ 77,96. Alta de +0,92% no último pregão, mas em baixa de -1,50% na semana. O mês de dezembro foi de boa alta de +11,58%, fechando o ano em leve alta de +0,78%.

Banco Itaú, ITUB4, fechou o último pregão em R$ 20,95. Baixa de -1,64% no dia e de -1,83% na semana. O mês de dezembro foi de queda no papel, com -7,34%, fechando 2021 com queda de -20,24%.

A Petrobras, PETR4, fechou em R$ 28,45. Baixa de -0,32% no dia, mas em alta de +0,42% na semana. Dezembro foi de alta para a Petro, com +8,17%, e com +22,76% no ano.

A Brasil Bolsa Balcão, B3SA3, apresentou uma alta de +0,54% no último dia útil, fechando em R$ 11,14. Queda de -3,30% na semana. Dezembro foi de alta de +1,99%, mas 2021 foi um belo tombo de -44,52%.

As ações do Banco Bradesco, BBDC4, fecharam cotadas em R$ 19,21. Baixa de -0,47% no dia e de -1,39% na semana. Dezembro foi de baixa de -1,96%, fechando 2021 em queda de -28,09%.

Ambev, ABEV3, fechou em R$ 15,42. Baixa de -0,19% no dia e de -0,84% na semana. Ambev fechou dezembro com baixa de -1,05% e no ano -0,31%.

Importante informar que estes dados e análises não significam nenhuma recomendação de compra ou venda. Apenas informações para ajudar você a tomar suas próprias decisões.