Semana na Bolsa

Aqui você pode ver uma análise das principais variações ocorridas nesta semana neste Mercado de Renda Variável.

Semana de baixa nas principais Bolsas dos Estados Unidos e nas Bolsas da Europa. Mas a Bolsa de Valores de São Paulo teve leve alta.

O IBOV, índice Bovespa, terminou a semana aos 112.298,86 pontos, com baixa de -1,09% no dia, mas em alta de +0,72% na semana.

Dentre as principais ações que compõe o índice, destaques para:

A Vale, VALE3, fechou a semana cotada a R$ 68,23. Baixa de -1,50% na sexta-feira, mas em alta de +1,90% na semana.

Banco Itaú, ITUB4, fechou o último pregão da semana em R$ 26,69. Baixa de -0,60% no dia, mas em alta de +0,19% na semana.

A Petrobras, PETR4, fechou aos R$ 33,64. Alta de +1,08% no dia e de +6,02% na semana.

A Brasil Bolsa Balcão, B3SA3, apresentou queda de -2,66% na sexta-feira, fechando em R$ 12,43. Baixa de -0,64% na semana.

As ações do Banco Bradesco, BBDC4, fecharam cotadas em R$ 19,44. Baixa de -0,36% no dia e de -0,87% na semana.

Ambev, ABEV3, fechou em R$ 15,67. Baixa de -0,95% no dia, mas em leve alta de +0,06% na semana.

Importante informar que estes dados e análises não significam nenhuma recomendação de compra ou venda. Apenas informações para ajudar você a tomar suas próprias decisões.

IPCA-15

O IPCA-15, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15, foi de -0,73% em agosto. Foi a menor taxa da série histórica, iniciada em novembro de 1991. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 5,02% e, em 12 meses, de 9,60%. Em agosto de 2021, a taxa foi de +0,89%.

Houve aumento em 6 dos 9 grupos pesquisados. O resultado de agosto foi influenciado principalmente pela queda no grupo dos Transportes, com -5,24%. Também houve recuo nos preços dos grupos Habitação, -0,37%, e Comunicação, -0,30%. No lado das altas, a maior variação foi de Alimentação e bebidas, +1,12%. Saúde e cuidados pessoais e Despesas pessoais subiram 0,81%. Vestuário subiu 0,76% e Artigos de residência +0,08%. 

A deflação no grupo dos Transportes deve-se, principalmente, à queda no preço dos Combustíveis, -15,33%. A Gasolina caiu 16,80%. O Etanol caiu -10,78%, Gás veicular, -5,40%, e Óleo diesel, -0,56%. Passagem aérea também recuou, -12,22%. No lado das altas, os Veículos próprios, +0,83%, com Motocicletas, +0,61%, Automóvel novo, +0,30%, e Automóvel usado, +0,17%.

No grupo Habitação, a queda está relacionada ao recuo nos preços da Energia elétrica residencial, -3,29%.

O resultado do grupo Alimentação e bebidas foi influenciado principalmente pelo aumento nos preços do Leite longa vida, +14,21%. Outros destaques no grupo foram o Queijo, +4,18%, o Frango em pedaços, +3,08%, e as Frutas, +2,99%.

Todas as 11 regiões pesquisadas tiveram variações negativas em agosto. A maior variação ocorreu em Belo Horizonte, com -1,58%, e a menor variação foi em São Paulo, com -0,11%.

A pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as expectativas dos principais profissionais do Mercado brasileiro, as previsões seguem de Inflação caindo para o final do ano de 2022. Na semana passada, a expectativa era de +7,02% e, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +6,82%.
Para o final de 2023, a expectativa para o IPCA caiu um pouco. Era de +5,38% na semana passada, mas agora foi para 5,33%.

A previsão para o PIB brasileiro para 2022 subiu um pouco nesta semana, com mediana em +2,02%. Era de +2,00% na semana passada.
A expectativa para o final de 2023 caiu um pouquinho. Era de 0,41% na semana passada, e agora foi para 0,39%.

Para o Dólar, a previsão para o final de 2022 foi mantida em R$ 5,20.
Para o final de 2023, a previsão também foi mantida em R$ 5,20.

A taxa Selic para o final deste ano foi mantida em +13,75%. A previsão para o final de 2023 também foi mantida em 11,00%.

Semana na Bolsa

Aqui você pode ver uma análise das principais variações ocorridas nesta semana neste Mercado de Renda Variável.

Semana de baixa nas principais Bolsas dos Estados Unidos e nas Bolsas da Europa, exceção em Londres, que teve leve alta. A Bolsa de Valores de São Paulo também teve uma semana de baixa.

O IBOV, índice Bovespa, terminou a semana aos 111.496,21 pontos, com baixa de -2,04% no dia e de -1,12% na semana.

Dentre as principais ações que compõe o índice, destaques para:

A Vale, VALE3, fechou a semana cotada a R$ 66,96. Baixa de -1,12% na sexta-feira, e forte queda de -8,49% na semana.

Banco Itaú, ITUB4, fechou o último pregão da semana em R$ 26,64. Baixa de -1,37% no dia e de -0,37% na semana.

A Petrobras, PETR4, fechou aos R$ 31,73. Queda de -5,06% no dia e de -18,35% na semana. Mas houve o desconto dos proventos pagos aos acionistas.

A Brasil Bolsa Balcão, B3SA3, apresentou queda de -2,65% na sexta-feira, fechando em R$ 12,51. Queda de -4,50% na semana.

As ações do Banco Bradesco, BBDC4, fecharam cotadas em R$ 19,61. Baixa de -1,26% no dia, mas em leve alta de +0,41% na semana.

Ambev, ABEV3, fechou em R$ 15,66. Queda de -2,13% no dia, mas em alta de +2,96% na semana.

Importante informar que estes dados e análises não significam nenhuma recomendação de compra ou venda. Apenas informações para ajudar você a tomar suas próprias decisões.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as expectativas dos principais profissionais do Mercado brasileiro, as previsões seguem de Inflação caindo para o final do ano de 2022. Na semana passada, a expectativa era de +7,11% e, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +7,02%.
Para o final de 2023, a expectativa para o IPCA subiu um pouco. Era de +5,36% na semana passada, mas agora foi para 5,38%.

A previsão para o PIB brasileiro para 2022 subiu um pouco nesta semana, com mediana em +2,00%. Era de +1,98% na semana passada.
A expectativa para o final de 2023 subiu um pouquinho. Era de 0,40% na semana passada, e agora foi para 0,41%.

Para o Dólar, a previsão para o final de 2022 foi mantida em R$ 5,20.
Para o final de 2023, a previsão também foi mantida em R$ 5,20.

A taxa Selic para o final deste ano foi mantida em +13,75%. A previsão para o final de 2023 também foi mantida em 11,00%.

IPCA – Inflação

O IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, de julho foi de -0,68%, comparado com +0,67% de junho. Foi a menor taxa registrada desde o início da série histórica, iniciada em janeiro de 1980. No ano, o IPCA acumula alta de +4,77% e, nos últimos 12 meses, de +10,07%. Em julho de 2021, a variação havia sido de +0,96%.

Dos 9 grupos de produtos e serviços pesquisados, 2 apresentaram deflação em julho, enquanto os outros 7 tiveram alta de preços. O resultado do mês foi influenciado principalmente pelo grupo dos Transportes, que teve a queda mais intensa, -4,51%, em julho. Também houve recuo nos preços do grupo Habitação, com -1,05%.

A maior variação positiva, por sua vez, veio de Alimentação e bebidas, +1,30%. Seguido de Despesas pessoais, +1,13%, Vestuário, +0,58%, e Saúde e cuidados pessoais, +0,49%, e Educação, +0,06%.

A queda no grupo dos Transportes deve-se, principalmente, à redução no preço dos Combustíveis, -14,15%. O preço da Gasolina caiu -15,48% e o do Etanol recuou -11,38%. Além disso, também foi registrada queda no preço do Gás veicular, com -5,67%. O único combustível com alta em julho foi o Óleo diesel, +4,59%. Os preços das Passagens aéreas teve a alta de +8,02%.

O recuo do grupo Habitação deve-se, especialmente, à queda da Energia elétrica residencial, com -5,78%. 

Todas as regiões tiveram variação negativa em julho. A maior variação foi registrada em Goiânia, com -2,12%, e a menor variação foi em São Paulo, com -0,07%.

A pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as expectativas dos principais profissionais do Mercado brasileiro, as previsões seguem de Inflação sendo controlada para o final do ano de 2022. Na semana passada, a expectativa era de +7,15% e, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +7,11%.
Para o final de 2023, a expectativa para o IPCA subiu um pouco. Era de +5,33% na semana passada, mas agora foi para 5,36%.

A previsão para o PIB brasileiro para 2022 subiu um pouco nesta semana, com mediana em +1,98%. Era de +1,97% na semana passada.
A expectativa para o final de 2023 foi mantida em 0,40%.

Para o Dólar, a previsão para o final de 2022 foi mantida em R$ 5,20.
Para o final de 2023, a previsão também foi mantida em R$ 5,20.

A taxa Selic para o final deste ano foi mantida em +13,75%. A previsão para o final de 2023 também foi mantida em 11,00%.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as expectativas dos principais profissionais do Mercado brasileiro, as previsões seguem de Inflação sendo controlada para o final do ano de 2022. Na semana passada, a expectativa era de +7,30% e, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +7,15%.
Para o final de 2023, a expectativa para o IPCA subiu um pouco. Era de +5,30% na semana passada, mas agora foi para 5,33%.

A previsão para o PIB brasileiro para 2022 subiu nesta semana, com mediana em +1,97%. Era de +1,93% na semana passada.
A expectativa para o final de 2023 teve queda, de 0,49% para 0,40%.

Para o Dólar, a previsão para o final de 2022 foi mantida em R$ 5,20.
Para o final de 2023, a previsão também foi mantida em R$ 5,20.

A taxa Selic para o final deste ano foi mantida em +13,75%. A previsão para o final de 2023 subiu para 11,00%. Era de +10,75% na semana passada.

Semana na Bolsa

Aqui você pode ver uma análise das principais variações ocorridas nesta semana neste Mercado de Renda Variável.

Semana de alta nas principais Bolsas dos Estados Unidos e nas Bolsas da Europa. A Bolsa de Valores de São Paulo também teve uma semana de alta.

O IBOV, índice Bovespa, terminou a semana aos 103.164,69 pontos, com alta de +0,55% no dia e de +4,29% na semana.

Dentre as principais ações que compõe o índice, destaques para:

A Vale, VALE3, fechou a semana cotada a R$ 69,75. Baixa de -1,33% na sexta-feira, mas em leva alta de +0,78% na semana.

Banco Itaú, ITUB4, fechou o último pregão da semana em R$ 23,62. Baixa de -0,34% no dia, mas em alta de +1,55% na semana.

A Petrobras, PETR4, fechou aos R$ 34,15. Bela alta de +5,76% no dia e de +16,43% na semana. O forte movimento nas ações da empresa foi devido ao balanço do trimestre divulgado, com ótimos lucros e dividendos para os acionistas.

A Brasil Bolsa Balcão, B3SA3, apresentou baixa de -1,51% na sexta-feira, fechando em R$ 11,09. Alta de +3,45% na semana.

As ações do Banco Bradesco, BBDC4, fecharam cotadas em R$ 17,43. Leve alta de +0,23% no dia e de +2,23% na semana.

Ambev, ABEV3, fechou em R$ 14,93. Baixa de -1,13% no dia, mas em alta de +2,89% na semana.

Importante informar que estes dados e análises não significam nenhuma recomendação de compra ou venda. Apenas informações para ajudar você a tomar suas próprias decisões.

IGP-M

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,21% em julho, ante 0,59% no mês anterior. Com este resultado o índice acumula alta de 8,39% no ano e de 10,08% em 12 meses. Em julho de 2021, o índice havia subido 0,78% e acumulava alta de 33,83% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,21% em julho, ante 0,30% em junho. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais variou 0,69% em julho. No mês anterior, a taxa do grupo havia sido de 0,58%. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de -0,25% para 2,39%, no mesmo período. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, variou 0,81% em julho, ante 0,83% no mês anterior.

A taxa do grupo Bens Intermediários passou de 0,85% em junho para 2,00% em julho. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cujo percentual passou de 6,81% para 9,96%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,25% em julho, após cair 0,37% em junho.

O estágio das Matérias-Primas Brutas caiu 2,13% em julho, após queda de 0,52% em junho. Contribuíram para intensificação da taxa negativa do grupo os seguintes itens: minério de ferro (-0,32% para -11,98%), algodão em caroço (2,28% para -14,02%) e milho em grão (-1,21% para -5,00%). Em sentido oposto, destacam- se os itens bovinos (-3,29% para 4,43%), leite in natura (4,40% para 13,46%) e mandioca/aipim (-4,24% para 8,02%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) caiu 0,28% em julho, após alta de 0,71% em junho. Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Transportes (0,09% para -2,42%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de -0,19% em junho para -7,26% em julho.

Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos Educação, Leitura e Recreação (2,63% para -0,86%), Habitação (0,65% para -0,30%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,64% para 0,29%), Vestuário (1,52% para 0,73%) e Despesas Diversas (0,33% para 0,26%). Nestas classes de despesa, vale mencionar os seguintes itens: passagem aérea (13,40% para -5,20%), tarifa de eletricidade residencial (-0,34% para -3,11%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,67% para -1,43%), roupas (1,75% para 0,65%) e serviços bancários (0,25% para 0,11%).

Em contrapartida, os grupos Alimentação (0,74% para 1,47%) e Comunicação (-0,49% para -0,16%) registraram acréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, vale mencionar os seguintes itens: laticínios (4,33% para 11,16%) e combo de telefonia, internet e TV por assinatura (-1,22% para -0,30%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 1,16% em julho, ante 2,81% em junho. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de junho para julho: Materiais e Equipamentos (1,58% para 0,62%), Serviços (0,50% para 0,49%) e Mão de Obra (4,37% para 1,76%). 

A pesquisa foi realizada e divulgada pela FGV.