Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as expectativas dos principais profissionais do Mercado brasileiro, as previsões ainda são de Inflação mais alta para o final do ano de 2022. Na semana passada, a expectativa era de +6,59% e, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +6,86%.
Para o final de 2023, a expectativa para o IPCA também subiu. Era de +3,75% na semana passada, mas agora foi para 3,80%.

A previsão para o PIB brasileiro para 2022 foi mantida nesta semana, com mediana em +0,50%.
A expectativa para o final de 2023 também foi mantida em 1,30%.

Para o Dólar, a previsão para o final de 2022 foi menor. Na semana passada era de R$ 5,30, mas agora é de R$ 5,25.
Para o final de 2023, a previsão foi levemente menor. Estava em R$ 5,22, mas agora foi de R$ 5,20.

A taxa Selic para o final deste ano foi mantida em +13,00%. A previsão para o final de 2023 também foi mantida em +9,00%.

Semana na Bolsa

Semana de altas nas principais Bolsas dos Estados Unidos, mas em baixa nas Bolsas da Europa, só Londres subiu. A Bolsa de Valores de São Paulo teve uma semana de alta.

O IBOV, índice Bovespa, terminou a semana aos 119.081,13 pontos, com alta de +0,02% no dia e de +3,27% na semana.

Dentre as principais ações que compõe o índice, destaques para:

A Vale, VALE3, fechou a semana cotada a R$ 95,23. Baixa de -1,73% na sexta-feira e de -0,90% na semana.

Banco Itaú, ITUB4, fechou o último pregão da semana em R$ 27,47. Alta de +0,18% no dia e de +4,29% na semana.

A Petrobras, PETR4, fechou aos R$ 32,30. Baixa de -0,37% no dia, mas em boa alta de +5,52% na semana.

A Brasil Bolsa Balcão, B3SA3, apresentou alta de +2,88% na sexta-feira, fechando em R$ 15,14. Boa alta de +8,58% na semana.

As ações do Banco Bradesco, BBDC4, fecharam cotadas em R$ 22,28. Alta de +0,91% no dia e de +5,44% na semana.

Ambev, ABEV3, fechou em R$ 14,32. Alta de +0,85% no dia e de +0,49% na semana.

Importante informar que estes dados e análises não significam nenhuma recomendação de compra ou venda. Apenas informações para ajudar você a tomar suas próprias decisões.

IPCA-15

O IPCA-15, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15, teve alta de 0,95% em março, mas abaixo da taxa de fevereiro, que foi de +0,99%. Foi a maior variação para um mês de março desde 2015. Em 12 meses, o IPCA-15 acumula alta de 10,79%. Em março de 2021, a taxa foi de +0,93%.

O IPCA-E, que se constitui no IPCA-15 acumulado trimestralmente, ficou em +2,54% para o período de janeiro a março, acima da taxa de 2,21% registrada em igual período de 2021.

Todos os grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta. Destaques para Alimentação e bebidas, com +1,95%, Saúde e cuidados pessoais, +1,30%, e os Transportes, com alta de 0,68%.

O resultado do grupo Alimentação e bebidas foi influenciado principalmente pela alta dos Alimentos para consumo no domicílio, +2,51%, com a Cenoura, +45,65%, Tomate, +15,46%, e Batata-inglesa +11,81%. Mas tiveram quedas, principalmente o Frango em pedaços, com -1,82%.

Em Saúde e cuidados pessoais, destaques para Higiene pessoal, +3,98%, e os Perfumes, +12,84%. Plano de saúde, com -0,69%, segue em queda, devido ao reajuste negativo de -8,19% aplicado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar no ano passado.

Nos Transportes, os destaques foram o Óleo diesel, +4,10%, o Gás veicular, +5,89%, e a Gasolina, +0,83%. O Etanol foi a exceção, com queda de 4,70%, e as Passagens aéreas, -7,55%, também caíram.

Todas as áreas pesquisadas tiveram alta em março. A maior variação ocorreu em Curitiba, +1,55%, e a menor foi registrada em Brasília, com +0,61%.

A pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE. Os preços foram coletados no período de 12 de fevereiro a 16 de março de 2022 e comparados com aqueles vigentes de 14 de janeiro a 11 de fevereiro de 2022.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as expectativas dos principais profissionais do Mercado brasileiro, as previsões ainda são de Inflação mais alta para o final do ano de 2022. Na semana passada, a expectativa era de +6,45% e, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +6,59%.
Para o final de 2023, a expectativa para o IPCA também subiu. Era de +3,70% nas semanas anteriores, mas agora foi para 3,75%.

A previsão para o PIB brasileiro para 2022 foi levemente maior nesta semana. Passou de +0,49% para +0,50%.
A expectativa para o final de 2023 caiu. Era de +1,43% na semana passada e agora é de 1,30%.

Para o Dólar, a previsão para o final de 2022 foi mantida, com mediana em R$ 5,30.
Para o final de 2023, a previsão foi levemente maior. Estava em R$ 5,21, mas agora foi de R$ 5,22.

A taxa Selic para o final deste ano subiu para +13,00%. Era de +12,75%.
A previsão para o final de 2023 também subiu para +9,00%. Era de +8,75% na semana passada.

Semana na Bolsa

Semana de altas nas principais Bolsas dos Estados Unidos e nas Bolsas da Europa. A Bolsa de Valores de São Paulo seguiu e teve uma semana de alta.

O IBOV, índice Bovespa, terminou a semana aos 115.310,91 pontos, com alta de +1,98% no dia e de +3,22% na semana.

Dentre as principais ações que compõe o índice, destaques para:

A Vale, VALE3, fechou a semana cotada a R$ 96,09. Alta de +1,90% na sexta-feira, mas em queda de -4,40% na semana.

Banco Itaú, ITUB4, fechou o último pregão da semana em R$ 26,34. Alta de +0,73% no dia e de +6,04% na semana.

A Petrobras, PETR4, fechou aos R$ 30,61. Alta de +2,00% no dia, mas em queda de -5,79% na semana.

A Brasil Bolsa Balcão, B3SA3, apresentou alta de +1,51% na sexta-feira, fechando em R$ 14,11. Alta de +6,41% na semana.

As ações do Banco Bradesco, BBDC4, fecharam cotadas em R$ 21,13. Baixa de -0,24% no dia, mas em alta de +2,08% na semana.

Ambev, ABEV3, fechou em R$ 14,25. Alta de +2,30% no dia e de +8,12% na semana. Bela recuperação.

Importante informar que estes dados e análises não significam nenhuma recomendação de compra ou venda. Apenas informações para ajudar você a tomar suas próprias decisões.

PNAD Contínua

A taxa de desocupação foi de 11,2% no trimestre finalizado em janeiro. Melhor que no trimestre anterior, que foi de 12,1%, e que o mesmo trimestre do ano anterior, que foi de de 14,5%. A população desocupada, de 12,0 milhões de pessoas, recuou 6,6% frente ao trimestre anterior e 18,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, que era de 14,7 milhões de pessoas.

O Contingente de pessoas ocupadas foi estimado em aproximadamente 95,4 milhões, com alta de 1,6% ante o trimestre anterior e de 9,4% ante o mesmo período de 2021.

A Taxa de subutilização foi de 23,9%, abaixo do trimestre anterior, com 25,7%, e do trimestre do ano anterior, com 29,0%. A População subutilizada teve queda de 7,2% frente ao trimestre anterior e de 15,5% na comparação anual.

A População desalentada, de aproximadamente 4,8 milhões de pessoas, teve redução de 6,3% em relação ao trimestre anterior e de 18,7% na comparação anual.

O número de Empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado foi de 34,6 milhões de pessoas, subindo 2,0% frente ao trimestre anterior e 9,3% na comparação anual.

O número de Empregados sem carteira assinada no setor privado foi de 12,4 milhões de pessoas, subiu 3,6% em relação ao trimestre anterior e 19,8% no ano.

O número de Trabalhadores por conta própria, de 25,6 milhões de pessoas, ficou estável na comparação com o trimestre anterior, mas subiu 10,3% no ano.

O número de Trabalhadores domésticos, de 5,6 milhões de pessoas, apresentou estabilidade no confronto com o trimestre anterior, mas subiu 19,9% no ano.

A pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE.

IBC-Br

Banco Central divulgou o IBC-Br, Índice de Atividade Econômica, também chamado de prévia do PIB, que apresentou baixa de -0,99% em janeiro na comparação com dezembro. Acima da mediana do esperado pelo Mercado, que seria de -0,25%.

Na comparação com janeiro de 2021, houve alta de +0,01%. No acumulado do ano, apresenta alta de +0,01%. E no acumulado dos últimos 12 meses, houve alta de +4,73%.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as expectativas dos principais profissionais do Mercado brasileiro, as previsões ainda são de Inflação mais alta para o final do ano de 2022. Na semana passada, a expectativa era de +5,65% e, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +6,45%.
Para o final de 2023, a expectativa para o IPCA também subiu. Era de +3,51% nas semanas anteriores, mas agora foi para 3,70%.

A previsão para o PIB brasileiro para 2022 foi maior nesta semana. Passou de +0,42% para +0,49%.
A expectativa para o final de 2023 caiu um pouco. Era de +1,50% na semana passada e agora é de 1,43%.

Para o Dólar, a previsão para o final de 2022 foi menor, com mediana em R$ 5,30. Era de R$ 5,40 na semana passada.
Para o final de 2023, a previsão também caiu. Estava em R$ 5,30, mas agora foi de R$ 5,21.

A taxa Selic para o final deste ano subiu para +12,75%. Era de +12,25%.
A previsão para o final de 2023 subiu para +8,75%. Era de +8,25% na semana passada.

Semana na Bolsa

Semana de quedas mais fortes nas Bolsas dos Estados Unidos, devido à guerra na Ucrânia e os dados de inflação. Nas principais Bolsas da Europa, depois de fortes quedas, teve a recuperação durante esta semana, fechando em alta. A Bolsa de Valores de São Paulo teve uma semana de baixa.

O IBOV, índice Bovespa, terminou a semana aos 111.713,07 pontos, com queda de -1,72% no dia e de -2,41% na semana.

Dentre as principais ações que compõe o índice, destaques para:

A Vale, VALE3, fechou a semana cotada a R$ 96,79. Baixa de -0,52% na sexta-feira e de -1,43% na semana.

Banco Itaú, ITUB4, fechou o último pregão da semana em R$ 24,84. Baixa de -1,11% no dia, mas em alta de +0,69% na semana.

A Petrobras, PETR4, fechou aos R$ 32,49. Queda de -3,59% no dia e de -5,08% na semana. Depois de fortes altas do preço internacional do barril do petróleo, a preocupação de intervenção do governo na política de preços criou pânico.

A Brasil Bolsa Balcão, B3SA3, apresentou baixa de -0,38% na sexta-feira, fechando em R$ 13,26. Queda de -8,17% na semana.

As ações do Banco Bradesco, BBDC4, fecharam cotadas em R$ 20,70. Baixa de -0,43% no dia, mas em alta de +3,81% na semana.

Ambev, ABEV3, fechou em R$ 13,18. Baixa de -1,49% no dia e queda de -5,38% na semana. Aumento dos custos do milho e trigo devido à guerra na Ucrânia e embargos nas exportações da Rússia.

Destaques de baixa nesta semana, EMBR3, -19,78%, novamente AMER3, -17,31%, e PGMN3, com -14,94%. Destaques de alta, tivemos novamente ENAT3, +17,53%, STBP3, +7,33%, e KLBN11, com +5,18%.

Importante informar que estes dados e análises não significam nenhuma recomendação de compra ou venda. Apenas informações para ajudar você a tomar suas próprias decisões.

Vendas no Varejo

As vendas do comércio varejista cresceram 0,8% em janeiro, comparado a dezembro de 2021, na série com ajuste sazonal. Sem ajuste, comparado a janeiro de 2021, o comércio varejista caiu 1,9%. O acumulado nos últimos doze meses registrou aumento de 1,3%.

No Varejo ampliado, que inclui Veículos, motos, partes e peças e Material de construção, o volume de vendas caiu -0,3% em relação a dezembro. Em relação a janeiro de 2021, o Varejo ampliado caiu -1,5%. O acumulado em doze meses registrou crescimento de 4,6%.

Destaques de alta em janeiro, os setores de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, com +9,4%, Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, +3,8%, e Equipamentos e material para escritório informática e comunicação, +0,3%.

Em baixa, tivemos: Tecidos, vestuário e calçados, com -3,9%; Livros, jornais, revistas e papelaria, -2,0%; Móveis e eletrodomésticos, -0,6%; Combustíveis e lubrificantes, -0,4%; e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, -0,1%.

No varejo ampliado também registraram resultados negativos Veículos, motos, partes e peças, -1,9%, e Material de Construção, com -0,3%.

As regiões em destaque com resultados positivos foram: Rio de Janeiro, +3,0%, Alagoas, +2,8%, e Pernambuco, +2,5%. Destaques negativos para Amapá, -3,7%, Rio Grande do Norte, -1,8%, e Amazonas, -1,7%. No comércio varejista ampliado, destaques dos resultados positivos para Sergipe, +6,1%, Bahia, +4,1%, e Pernambuco, +3,7%. Destaques de quedas, Amazonas, -5,6%, Rio Grande do Norte, -3,2%, e Amapá, com -3,1%.

A pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE.