Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as principais expectativas dos profissionais do Mercado brasileiro, as previsões seguem de inflação ainda maior para o final deste ano. Na semana passada, a expectativa era de +8,59% e agora, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +8,69%.
Para o final de 2022, a expectativa no IPCA também subiu um pouco, de +4,17% para +4,18%.

A previsão para o PIB brasileiro foi menor que na semana passada. Era de +5,04%, mas agora está em 5,01%.
A visão para o final de 2022 também foi levemente mais fraca, com crescimento de +1,50%. Era de +1,54%.

Para o Dólar, a previsão para o final deste ano se manteve, com mediana em R$ 5,25.
Para o final de 2022, a previsão também foi mantida em R$ 5,25.

A previsão da taxa Selic para este ano foi mantida, com mediana em +8,25%.
A previsão para o final de 2022 também foi mantida, em +8,75%.

Semana na Bolsa

Semana de alta nos principais Mercados, tanto nas Bolsas dos Estados Unidos e nas principais Bolsas de Valores da Europa. A Bolsa de Valores de São Paulo seguiu os líderes e também fechou a semana em alta.

O IBOV, índice Bovespa, terminou a sexta-feira aos 114.647,99 pontos, com alta de +1,29% no dia e de +1,61% na semana.

Dentre as principais ações que compõe o índice, destaques para:

A Vale, VALE3, fechou a semana cotada a R$ 80,68. Alta de +1,87% no dia e de +1,04% na semana.

Banco Itaú, ITUB4, fechou a sexta-feira em R$ 24,76. Alta de +2,57% no dia e de +0,41% na semana.

A Petrobras, PETR4, fechou a semana em R$ 29,60. Baixa de -0,27% no dia, mas em alta de +1,65% na semana.

A Brasil Bolsa Balcão, B3SA3, apresentou uma bela alta de +3,30% nesta sexta-feira, fechando em R$ 13,15. Bela alta de +5,28% na semana.

As ações do Banco Bradesco, BBDC4, fecharam cotadas em R$ 21,28. Ótima alta de +5,24% no dia e de +2,06% na semana.

Ambev, ABEV3, fechou em R$ 15,53. Alta de +0,26% no dia e de +1,11% na semana.

Outros destaques nesta semana, tivemos boas altas de BBSE3, +8,08%, LEVE3, +7,84%, e CAML3, +7,03%. Quedas em ASAI3, -4,36%, PSSA3, -2,78%, e BRFS3, com -2,05%.

Importante informar que estes dados e análises não significam nenhuma recomendação de compra ou venda. Apenas informações para ajudar você a tomar suas próprias decisões.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as principais expectativas dos profissionais do Mercado brasileiro, as previsões seguem de inflação ainda maior para o final deste ano. Na semana passada, a expectativa era de +8,51% e agora, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +8,59%.
Para o final de 2022, a expectativa no IPCA também subiu um pouco, de +4,14% para +4,17%.

A previsão para o PIB brasileiro se manteve igual a semana passada, que é de +5,04%.
A visão para o final de 2022 foi levemente mais fraca, com crescimento de +1,54%. Era de +1,57%.

Para o Dólar, a previsão é um pouco maior, com mediana em R$ 5,25 no final deste ano. Era de R$ 5,20 na semana passada.
Para o final de 2022, a previsão foi mantida em R$ 5,25.

A previsão da taxa Selic para este ano foi mantida, com mediana em +8,25%.
A previsão para o final de 2022 subiu para +8,75%. Estava em +8,50% na semana passada.

IPCA sobe

O IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, de setembro subiu 1,16%. Foi a maior variação para um mês de setembro desde 1994, quando o índice foi de +1,53%. No ano, o IPCA acumula alta de +6,90% e, nos últimos 12 meses, de +10,25%. Em setembro de 2020, a variação mensal havia sido de +0,64%.

Destaque para Habitação, com +2,56%, Transportes, +1,82%, e Alimentação e Bebidas, com +1,02%. Os demais grupos ficaram entre a queda de 0,01% em Educação e a alta de 0,90% em Artigos de residência.

O resultado do grupo Habitação foi influenciado principalmente pela alta da Energia elétrica, +6,47%. Em setembro, passou a valer a bandeira Escassez Hídrica, que acrescenta R$ 14,20 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos.

Em Transportes, destaque veio dos Combustíveis, que subiram 2,43%, influenciados pelas altas da Gasolina, +2,32%, e do Etanol, +3,79%. Além do Gás veicular, com +0,68%, e o Óleo diesel, +0,67%. Destacam-se, também, as altas de 28,19% nas Passagens aéreas e de +9,18% nos Transportes por aplicativo. 

No grupo Alimentação e bebidas, destaque para os produtos para Alimentação no domicílio, que subiram 1,19%. Influência principal das Frutas, +5,39%, do Café moído, +5,50%, do Frango inteiro, +4,50%, e do Frango em pedaços, +4,42%. Além disso, também foram verificadas altas nos preços da Batata-doce, +20,02%, da Batata-inglesa, +6,33%, do Tomate, +5,69%, e do Queijo, +2,89%. Por outro lado, houve recuo nos preços da Cebola, -6,43%, do Pão francês, -2,00%, do Arroz, -0,97%, e até das Carnes, com -0,21%.

Todas as áreas pesquisadas apresentaram alta em setembro. O maior índice foi registrado no município de Rio Branco, com +1,56%, e o menor ocorreu em Brasília, +0,79%.

Pesquisa elaborada e divulgada pelo IBGE.

Produção Industrial

A produção industrial nacional caiu 0,7% em agosto, frente a julho, na série com ajuste sazonal. No ano, a indústria acumula alta de 9,2% e, em doze meses, de +7,2%.

Os dados negativos mais importantes vieram de Produtos químicos, com -6,4%, Coque, Produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, com -2,6%, Veículos automotores, reboques e carrocerias, -3,1%, e Produtos farmoquímicos e farmacêuticos, com -9,3%.

Outras contribuições negativas vieram de Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, com -4,2%, Máquinas, aparelhos e materiais elétricos, -2,0%, Produtos de borracha e de material plástico, -1,1%, Confecção de artigos do vestuário e acessórios, -1,6%, e de Celulose, papel e produtos de papel, com -0,8%.

Apresentaram alta, Produtos alimentícios, +2,1%, Bebidas, +7,6%, e Indústrias extrativas, +1,3%. Além dos ramos de Metalurgia, +1,1%, de Produtos de madeira, +3,0%, e de Produtos têxteis, +2,1%.

Na comparação com agosto de 2020, a indústria recuou 0,7%. As principais influências negativas vieram de Produtos alimentícios, -7,4%, e Coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, -5,2%, Produtos de borracha e de material plástico, -6,6%, de Bebidas, -6,4%, de Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos, -10,1%, de outros Produtos químicos, -3,4%, de Produtos do fumo, -23,3%, de Móveis, -12,9%, e de produtos de metal, com -3,4%.

Destaque de alta, tivemos Máquinas e equipamentos, +23,7%, e Metalurgia, +20,0% exerceram as maiores influências. Também positivos foram os ramos de Veículos automotores, reboques e carrocerias, +3,6%, de Produtos de minerais não-metálicos, +5,6%, de Confecção de artigos do vestuário e acessórios, +8,5%, de Impressão e reprodução de gravações, +39,1%, de Couro, artigos para viagem e calçados, +8,5%, de Produtos de madeira, +9,8%, e de Outros equipamentos de transporte, com +13,7%.

A pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as principais expectativas dos profissionais do Mercado brasileiro, as previsões seguem de inflação ainda maior para o final deste ano. Na semana passada, a expectativa era de +8,45% e agora, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +8,51%.
Para o final de 2022, a expectativa no IPCA também subiu um pouco, de +4,12% para +4,14%.

A previsão para o PIB brasileiro se manteve igual a semana passada, que é de +5,04%.
A visão para o final de 2022 se manteve, com crescimento de +1,57.

Para o Dólar, a previsão se manteve, com mediana em R$ 5,20 no final deste ano.
Para o final de 2022, a previsão foi levemente acima, em R$ 5,25. Era de R$ 5,24 na semana passada.

A previsão da taxa Selic para este ano foi mantida, com mediana em +8,25%.
A previsão para o final de 2022 também foi mantida, em +8,50%.

Semana na Bolsa

Semana de realizações, vendas, nos principais Mercados. Tivemos leves baixas nos Estados Unidos e nas principais Bolsas de Valores da Europa. A Bolsa de Valores de São Paulo seguiu os líderes e também fechou a semana em leve baixa.

O IBOV, índice Bovespa, terminou a sexta-feira aos 112.899,64 pontos, com alta de +1,73% no dia, mas em leve baixa de -0,34% na semana.

Dentre as principais ações que compõe o índice, destaques para:

A Vale, VALE3, fechou a semana cotada a R$ 76,20, baixa de -0,05% no dia e de -1,92% na semana.

Banco Itaú, ITUB4, fechou a sexta-feira em R$ 29,67. Alta de +2,61% no dia e de +4,87% na semana.

A Petrobras, PETR4, fechou a semana em R$ 28,00. Alta de +2,83% no dia e de +4,09% na semana.

A Brasil Bolsa Balcão, B3SA3, apresentou uma bela alta de +3,85% nesta sexta-feira, fechando em R$ 13,23, mas em queda de -3,24% na semana.

As ações do Banco Bradesco, BBDC4, fecharam cotadas em R$ 21,35. Alta de +2,50% no dia e de +5,38% na semana.

Ambev, ABEV3, fechou em R$ 15,27. Queda de -0,20% no dia e de -3,60% na semana. Quantas latinhas de cerveja você precisa para ser sócio desta empresa?

Outros destaques nesta semana, tivemos boas altas de PRIO3, +19,83%, BRFS3, +10,75%, e MYPK3, +10,59%. Quedas em HAPV3, -8,75%, ECOR3, -8,37%, e RADL3, com -7,80%.

Importante informar que estes dados e análises não significam nenhuma recomendação de compra ou venda. Apenas informações para ajudar você a tomar suas próprias decisões.

PNAD Contínua

A taxa de desocupação foi de 13,7% no trimestre terminado em julho, caindo 1% ante o trimestre terminado em abril, que foi de 14,7%. No trimestre encerrado em julho de 2020, a taxa foi de 13,8%.

A população desocupada, cerca de 14,1 milhões de pessoas, caiu 4,6% ante o trimestre terminado em abril e aumentou 7,3% ante o mesmo trimestre de 2020,que foi de 13,1 milhões de pessoas.

A população ocupada, 89,0 milhões de pessoas, cresceu 3,6% ante o trimestre anterior e 8,6%, mais 7 milhões de pessoas, frente ao mesmo trimestre de 2020. O nível da ocupação, percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, estimado em 50,2%, cresceu 1,7% frente ao trimestre anterior e 3,1% ante mesmo trimestre de 2020.

A população fora da força de trabalho, cerca de 74,1 milhões, caiu 2,9% ante o trimestre anterior e 6,1%, menos 4,8 milhões de pessoas, no ano.

A população desalentada, aproximadamente 5,4 milhões de pessoas, caiu 10,0% ante o trimestre anterior e 7,3% no ano. O percentual de desalentados caiu 0,6% em relação ao trimestre anterior e 0,8% na comparação anual.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado, excluindo trabalhadores domésticos, foi de 30,6 milhões de pessoas, subindo 3,5% frente ao trimestre anterior e 4,2% ante o mesmo trimestre de 2020.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado, cerca de 10,3 milhões, subiu 6,0% no trimestre e 19,0% no ano.

O número de trabalhadores por conta própria, cerca de 25,2 milhões de pessoas, é recorde da série histórica, com alta de 4,7% ante o trimestre anterior e 17,6% na comparação anual.

O número de trabalhadores domésticos, cerca de 5,3 milhões, aumentou 7,7% ante o trimestre anterior e 16,1% no ano.

A taxa de informalidade foi de 40,8% da população ocupada, ou 36,3 milhões de trabalhadores informais. No trimestre anterior, a taxa havia sido 39,8% e, no mesmo trimestre de 2020, 37,4%.

A pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as principais expectativas dos profissionais do Mercado brasileiro, as previsões seguem de inflação ainda maior para o final deste ano. Na semana passada, a expectativa era de +8,35% e agora, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +8,45%.
Para o final de 2022, a expectativa no IPCA também subiu de +4,10% para +4,12%.

A previsão para o PIB brasileiro se manteve igual a semana passada, que é de +5,04%.
A visão para o final de 2022 foi menor, com crescimento de +1,57. Era de +1,63% na semana passada.

Para o Dólar, a previsão se manteve, com mediana em R$ 5,20 no final deste ano.
Para o final de 2022, a previsão foi levemente acima, em R$ 5,24. Era de R$ 5,23 na semana passada.

A previsão da taxa Selic para este ano foi mantida, com mediana em +8,25%.
A previsão para o final de 2022 também foi mantida, em +8,50%.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as principais expectativas dos profissionais do Mercado brasileiro, as previsões seguem de inflação ainda maior para o final deste ano. Na semana passada, a expectativa era de +8,00% e agora, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +8,35%.
Para o final de 2022, a expectativa no IPCA também subiu de +4,03% para +4,10%.

A previsão para o PIB brasileiro se manteve igual a semana passada, que é de +5,04%.
A visão para o final de 2022 foi menor, com crescimento de +1,63. Era de +1,72% na semana passada.

Para o Dólar, a previsão se manteve, com mediana em R$ 5,20 no final deste ano.
Para o final de 2022, a previsão foi levemente acima, em R$ 5,23. Era de R$ 5,20 nas semanas anteriores.

A previsão da taxa Selic para este ano subiu, com mediana em +8,25%. Era de +8,00%.
A previsão para o final de 2022 também foi maior, em +8,50%. Era de +8,00% na semana passada.