Inflação – IPCA

O IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, de abril foi +1,06%. Abaixo da taxa de março, que foi de +1,62%. Foi a maior variação para um mês de abril desde 1996.

No ano, o IPCA acumula alta de 4,29% e, nos últimos 12 meses, de 12,13%. Em abril de 2021, a variação havia sido de +0,31%.

Quase todos os grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em abril. A maior variação foi de Alimentação e bebidas, com +2,06%. Seguido de Transportes, +1,91%, Saúde e cuidados pessoais, +1,77%, e Artigos de residência, +1,53%. O único grupo em queda foi Habitação, com -1,14%.

Em Alimentação e bebidas, destaque para alta observada nos preços dos Alimentos para consumo no domicílio, +2,59%, com Batata-inglesa, +18,28%, Leite longa vida, +10,31%, Tomate, +10,18%, Óleo de soja, +8,24%, e Pão francês, +4,52%.

No grupo Transportes, a alta foi influenciada principalmente pelo preço dos Combustíveis, +3,20%, com Etanol, +8,44%, Óleo diesel, +4,74%, Gasolina, +2,48%, e Gás veicular, +0,24%.

Nos Transportes públicos, os destaques foram a variação na tarifa do Táxi, +9,16%, e do Metrô, +3,64%.

Ainda em Transportes, destacam-se as altas das Passagens aéreas, +9,48%, do Transporte por aplicativo, +4,09%, e do Seguro voluntário de veículo, +3,31%. Os Automóveis novos, +0,44%, e as Motocicletas, +1,02%, seguem em alta, enquanto os Automóveis usados registraram queda de -0,47%, após 21 meses seguidos de alta.

Na alta do grupo Saúde e cuidados pessoais, destaque preços dos Produtos farmacêuticos, +6,13%, devido o reajuste de até 10,89% no preço dos medicamentos, com remédios hormonais, +7,96%, e hipotensores e hipocolesterolêmicos, +6,81%. O Plano de saúde caiu -0,69%, refletindo o reajuste negativo de -8,19% aplicado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar no ano passado.

Em Artigos de residência, os destaques foram os Eletrodomésticos e equipamentos, +2,25%, Mobiliário, +1,60%, e TV, som e informática, +1,53%.

Habitação foi o único grupo com variação negativa, puxado pela queda nos preços da Energia elétrica, -6,27%, porque a partir de 16 de abril, passou a vigorar a bandeira tarifária verde, sem cobrança extra na conta de luz. Por outro lado, houve altas no Gás de botijão, +3,32%, e no Gás encanado, +1,38%, com reajuste tarifário.

Todas as áreas tiveram variação positiva em abril e a maior foi na região metropolitana do Rio de Janeiro, com +1,39%. A menor variação ocorreu na região metropolitana de Salvador, com +0,67%.

A pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE.

Relatório Focus

No Relatório Focus divulgado hoje pelo Banco Central, com as expectativas dos principais profissionais do Mercado brasileiro, as previsões ainda são de Inflação mais alta para o final do ano de 2022. Na semana passada, a expectativa era de +7,65% e, na visão das instituições financeiras, o IPCA deve ficar em +7,89%.
Para o final de 2023, a expectativa para o IPCA também subiu. Era de +4,00% na semana passada, mas agora foi para 4,10%.

A previsão para o PIB brasileiro para 2022 subiu um pouco nesta semana, com mediana em +0,70%. Era de +0,65% na semana passada.
A expectativa para o final de 2023 foi mantida em 1,00%.

Para o Dólar, a previsão para o final de 2022 foi mantida em R$ 5,00.
Para o final de 2023, a previsão foi levemente maior. Estava em R$ 5,00, mas agora foi de R$ 5,04.

A taxa Selic para o final deste ano foi mantida em +13,25%. A previsão para o final de 2023 subiu de +9,00% para +9,25%.

Semana na Bolsa

Semana de baixas nas principais Bolsas dos Estados Unidos e na maioria das Bolsas da Europa, só Londres subiu. A Bolsa de Valores de São Paulo teve uma semana de baixa.

O IBOV, índice Bovespa, terminou a semana aos 107.876,16 pontos, com baixa de -1,86% no dia e de -2,88% na semana. Fechando o mês de abril com forte queda de 10,10%.

Dentre as principais ações que compõe o índice, destaques para:

A Vale, VALE3, fechou a semana cotada a R$ 83,29. Baixa de -1,08% na sexta-feira, mas em alta de +3,53% na semana. O mês foi de queda de -16,11%

Banco Itaú, ITUB4, fechou o último pregão da semana em R$ 23,87. Queda de -1,77% no dia e de -7,01% na semana. O mês de abril também foi de queda de -13,14%.

A Petrobras, PETR4, fechou aos R$ 30,28. Alta de +0,07% no dia, mas em baixa de -0,92% na semana. Fechando o mês em baixa de -1,05%.

A Brasil Bolsa Balcão, B3SA3, apresentou queda de -2,06% na sexta-feira, fechando em R$ 13,30. Queda de -7,38% na semana e de -16,35% no mês.

As ações do Banco Bradesco, BBDC4, fecharam cotadas em R$ 17,98. Baixa de -1,32% no dia e forte queda de -14,95% na semana. No mês, a queda foi de -11,02%.

Ambev, ABEV3, fechou em R$ 14,52. Baixa de -1,29% no dia e de -1,56% na semana. Fechando o mês com baixa de 5,71%.

Importante informar que estes dados e análises não significam nenhuma recomendação de compra ou venda. Apenas informações para ajudar você a tomar suas próprias decisões.

PNAD Contínua

A taxa de desocupação do trimestre, entre janeiro a março, foi de 11,1%, estável ante o trimestre anterior e caiu frente a igual trimestre de 2021, que foi de 14,9%.

A população desocupada, cerca de 11,9 milhões de pessoas, ficou estável frente ao trimestre anterior e caiu 21,7% ante o mesmo trimestre de 2021, que foi de 15,3 milhões.

A população ocupada, aproximadamente 95,3 milhões de pessoas, caiu 0,5% frente ao trimestre anterior e subiu 9,4% ante igual período de 2021.

O nível da ocupação, percentual de ocupados na população em idade de trabalhar, foi a 55,2%. Abaixo do trimestre anterior, de 55,6%, mas em alta comparado ao mesmo período do ano anterior, com 50,9%.

A taxa de subutilização foi de 23,2%, abaixo do trimestre anterior, com 24,3%, e em relação a igual trimestre de 2021, com 29,6%.

A população subutilizada, de 26,8 milhões de pessoas, caiu 5,4% contra o trimestre anterior e 20,3% frente a igual trimestre de 2021, que foi de 33,7 milhões de pessoas.

A população desalentada, de 4,6 milhões de pessoas, caiu 4,1% frente ao trimestre anterior e 22,4% ante igual trimestre de 2021.

O percentual de desalentados na força de trabalho, de 4,1%, ficou estável em relação ao trimestre anterior e caiu frente ao mesmo trimestre de 2021, com 5,5%.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado, excluindo trabalhadores domésticos, foi de 34,9 milhões de pessoas, alta de 1,1% ante o trimestre anterior e 10,7% na comparação anual.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado foi de 12,2 milhões, ficou estável ante o trimestre anterior e subiu 19,3% frente a igual período de 2021.

O número de trabalhadores por conta própria, de 25,3 milhões de pessoas, caiu 2,5% na comparação com o trimestre anterior e aumentou 7,3% frente ao mesmo período do ano anterior.

O número de trabalhadores domésticos, de 5,6 milhões de pessoas, ficou estável no trimestre e subiu 19,0% no ano.

A taxa de informalidade foi de 40,1% da população ocupada, ou 38,2 milhões de trabalhadores informais. No trimestre anterior, a taxa havia sido de 40,7% e, no mesmo trimestre de 2021, de 39,1%.

O rendimento real habitual, de R$ 2.548, teve alta de 1,5% em relação ao trimestre anterior e recuou 8,7% em relação a igual trimestre de 2021.

A pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE.

Dividendos

Gosta de receber um extra na sua conta?

Acionistas de diversas empresas brasileiras recebem constantemente dividendos baseados nos lucros destas empresas. Já que, sendo acionista, mesmo de uma pequena parcela, o chamado acionista minoritário, participa dos lucros das mesmas.

Nesta semana, saiu um comunicado de uma destas empresas, informando o pagamento de gordos dividendos. Veja:

A CIA DE FERRO LIGAS DA BAHIA – FERBASA (B3: FESA3 e FESA4) vem a público informar aos Srs. Acionistas e ao mercado em geral que, em Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária (AGOE) realizada nesta data, foi aprovado o pagamento complementar de Dividendos Mínimos Obrigatórios, no valor global de R$ 42.793.319,47 (quarenta e dois milhões setecentos e noventa e três mil trezentos e dezenove reais e quarenta e sete centavos), à razão de R$ 0,47198668558 por 01 (uma) ação ordinária e R$ 0,51918535414 por 01 (uma) ação preferencial, em 29/04/2022, e de Dividendos Adicionais, com base nos recursos provenientes do Saldo da Reserva de Lucro para Investimento de Exercícios Anteriores, no montante de R$ 86.799.929,50 (oitenta e seis milhões setecentos e noventa e nove mil novecentos e vinte e nove reais e cinquenta centavos), à razão de R$ 0,95735529613 por 01 (uma) ação ordinária e R$1,05309082574 por 01 (uma) ação preferencial, em 12/05/2022.

Os dividendos serão pagos pelo Banco Bradesco, instituição depositária das ações da FERBASA, mediante crédito individualizado em conta corrente bancária cadastrada dos acionistas e terão como base as posições acionárias existentes no fechamento do pregão da Bolsa de Valores de São Paulo do dia 26/04/2022, e serão negociadas “ex – dividendos” a partir de 27/04/2022.

Quer dizer, se você não for acionista da Ferbasa, ainda dá tempo de entrar na festa. Mas claro, sabendo que normalmente o preço da ação sofrerá uma diminuição no seu valor equivalente a estes dividendos, dependendo do pregão no dia, pode ou não ser percebido.

Vendas no Varejo

As vendas do comércio varejista cresceram 1,1% em fevereiro, na série com ajuste sazonal, após variar +2,1% em janeiro. Na série sem ajuste, o comércio varejista cresceu 1,3% frente a fevereiro de 2021. No acumulado no ano, o varejo teve variação de -0,1%. Já o acumulado nos últimos doze meses, foi de +1,7%, mostrando aumento de intensidade de crescimento.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas avançou 2,0% em relação a janeiro.

O crescimento nas vendas do varejo, na série com ajuste sazonal, teve taxas positivas em seis das oito atividades pesquisadas: livros, jornais, revistas e papelaria, +42,8%, combustíveis e lubrificantes, +5,3%, móveis e eletrodomésticos, +2,3%, tecidos, vestuário e calçados, +2,1%, outros artigos de uso pessoal e doméstico, +1,6%, e hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, +1,4%.

Houve queda em artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, -5,6%. Já o setor de equipamentos e material para escritório informática e comunicação ficou estável, +0,0%.

No comércio varejista ampliado, o crescimento nas vendas de fevereiro, foi influenciado pela taxa positiva de veículos, motos, partes e peças, +5,2%. Material de construção teve variação de -0,4%.

Na comparação com fevereiro de 2021, tivemos taxas positivas em seis das oito atividades: livros, jornais, revistas e papelaria, +18,5%, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, +9,4%, tecidos, vestuário e calçados, +8,0%, hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, +2,0%, outros artigos de uso pessoal e doméstico, +1,0%, e combustíveis e lubrificantes, +0,1%. Mas equipamentos e material para escritório informática e comunicação, -7,2%, e móveis e eletrodomésticos, -12,6%, registraram queda. Considerando o comércio varejista ampliado, para a mesma comparação, veículos e motos, partes e peças registrou aumento de 1,4% e material de construção registrou queda de 8,0%.

De janeiro a fevereiro de 2022, na série com ajuste sazonal, os resultados positivos se deram em 26 das 27 unidades da federação, com destaque para Amapá, +8,0%, Rondônia, +8,0%, e Acre, +5,9%. Somente Tocantins teve resultado negativo, -3,7%.

Na mesma comparação, no comércio varejista ampliado, avançou em 23 das 27 regiões, com taxas positivas mais intensas no Amapá, +8,7%, Acre, +8,4%, e Mato Grosso do Sul, +7,1%. Mas fora negativas em Pernambuco, -14,1%, Bahia, -2,5%, Espírito Santo, -1,9%, e Goiás, -0,4%.

Frente a fevereiro de 2021, os resultados positivos principalmente no Amazonas, +21,5%, Roraima, +17,8%, e Acre, +16,5%. No negativo, destaques para Pernambuco, -7,7%, Sergipe, -7,0%, e Piauí, -5,0%.

No comércio varejista ampliado, na comparação com fevereiro de 2021, com resultados positivos, os destaques positivos foram Amazonas, +16,5%, Roraima, +13,0%, e Acre, +11,6%. Destaques negativos, foram Pernambuco, -8,0%, Rio Grande do Norte, -5,2%, e Bahia, -4,4%.

A pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE.

Inflação nos EUA

A inflação nos Estados Unidos está em níveis mais altos. Não é só no Brasil. É em quase todo mundo, devido à pandemia e a guerra na Ucrânia.

o IPC, ou CPI, Índice de Preços ao Consumidor nos EUA subiu 1,2% em março, em linha com o que o mercado esperava. Comparando a março de 2021, o índice foi de +8,5%. Maior alta desde 1981.

Porém, itens relacionados a alimentos e commodities vieram abaixo do que o esperado, animando um pouco os Mercados e as Bolsas de Valores.

IPCA – Inflação

O IPCA, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, de março teve alta de 1,62%, acima da taxa de 1,01% de fevereiro. Essa é a maior variação para um mês de março desde 1994, quando o índice foi de +42,75%, no período que antecedeu a implementação do Real. No ano, o IPCA acumula alta de 3,20% e, nos últimos 12 meses de +11,30%. Em março de 2021, a variação mensal foi +0,93%.

Destaque para os Transportes, +3,02%. Seguido por Alimentação e bebidas, com alta de 2,42%, Vestuário, +1,82%, Habitação, +1,15%, e Saúde e cuidados pessoais, +0,88%. O único com queda foi Comunicação, com -0,05%.

O resultado do grupo Transportes foi influenciado, principalmente, pela alta nos preços dos Combustíveis, +6,70%, com o Óleo diesel, +13,65%, Gasolina, +6,95%, Gás veicular, +5,29%, e Etanol, +3,02%. Além do Transporte por aplicativo, +7,98%, o Seguro de veículo, +3,93%, e o Conserto de automóvel, +1,47%. Nos Transportes públicos, o Ônibus urbano subiu 1,27%. Mas tivemos queda nas Passagens aéreas, com -7,33%.

Em Alimentação e bebidas, as altas foram nos preços dos Alimentos para consumo no domicílio, +3,09%, com a Cenoura, +31,47%, o Tomate, +27,22%, Leite longa vida, +9,34%, o Óleo de soja, +8,99%, as Frutas, +6,39%, e o Pão francês, +2,97%.

Todas as regiões pesquisadas tiveram alta em março. A maior variação ocorreu na região metropolitana de Curitiba, +2,40%, e a menor variação foi registrada no município de Rio Branco, com +1,35%.

O INPC, Índice Nacional de Preços ao Consumidor, teve alta de 1,71% em março. O INPC acumula alta de 3,42% no ano e +11,73% nos últimos 12 meses. Em março de 2021, a taxa foi de +0,86%.

Esta pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE.

IGP-M

O IGP-M, Índice Geral de Preços – Mercado, subiu 1,74% em março, ante +1,83% no mês anterior. Com este resultado o índice acumula alta de 5,49% no ano e de 14,77% em 12 meses. Em março de 2021, o índice havia subido 2,94%.   

O IPA, Índice de Preços ao Produtor Amplo, subiu 2,07% em março, ante +2,36% em fevereiro. A principal contribuição foi do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de -0,08% para +2,49%, no mesmo período. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, variou +1,56% em março, ante +0,69% no mês anterior.

A taxa do grupo Bens Intermediários passou de +1,50% em fevereiro para +2,06% em março. O principal responsável foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cujo percentual passou de +5,40% para +8,02%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, subiu 1,02% em março, após variar +0,85% em fevereiro.

As Matérias-Primas Brutas registraram alta de 1,53% em março, contra +4,16% em fevereiro. Contribuíram para o recuo da taxa do grupo os seguintes itens: Minério de ferro, de +5,49% para -1,21%, Milho em grão, de +7,92% para +2,48%, e Café em grão, de +2,26% para -6,65%. Subiram Suínos, de -11,06% para +10,05%, Leite in natura, de -0,65% para +3,30%, e Arroz em casca, de +2,10% para +10,60%.

O IPC, Índice de Preços ao Consumidor, variou +0,86% em março, ante +0,33% em fevereiro. Destaque o grupo Transportes, de +0,26% para +1,15%, com a Gasolina, de -0,89% em fevereiro para +1,36% em março.

Queda no grupo Comunicação, de +0,38% para -0,12%, com o destaque no combo de Telefonia, internet e TV por assinatura, de +0,59% para -0,10%.

O INCC, Índice Nacional de Custo da Construção, subiu 0,73% em março, ante +0,48% em fevereiro. Com Materiais e Equipamentos, de +0,56% para +0,29%, Serviços, de +1,69% para +0,79%, e Mão de Obra, de +0,19% para +1,12%.

A pesquisa foi realizada e divulgada pela FGV.

PNAD Contínua

A Taxa de Desocupação do trimestre terminado em fevereiro foi de 11,2%, recuando em relação ao trimestre anterior, que foi de 11,6%, e em relação ao mesmo período do ano anterior, que foi de 14,6%. A população desocupada, cerca de 12 milhões de pessoas, recuou 3,1% frente ao trimestre anterior e 19,5% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O número de Pessoas Ocupadas foi aproximadamente de 95,2 milhões, com estabilidade ante o trimestre anterior e alta de 9,1% ante o mesmo período do ano anterior. O Nível da Ocupação, que é o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, estimado em 55,2%, apresentou estabilidade frente ao trimestre anterior e subiu 4,1 pontos percentuais ante igual trimestre do ano anterior.

A população Fora da Força de trabalho, cerca de 65,3 milhões de pessoas, teve alta de 0,7% quando comparada com o trimestre anterior, e queda de 5,0% na comparação anual.

A População Desalentada, de 4,7 milhões de pessoas, manteve-se estável em relação ao trimestre anterior e caiu 20,2% na comparação anual. O Percentual de Desalentados na força de trabalho foi de 4,2%, mostrando estabilidade frente ao trimestre anterior e queda frente ao mesmo trimestre do ano anterior, quando foi de 5,5%.

O número de Empregados com Carteira de trabalho assinada no setor privado, excluindo trabalhadores domésticos, foi de 34,6 milhões de pessoas, subindo 1,1% frente ao trimestre anterior e 9,4% na comparação anual.

O número de Empregados sem Carteira assinada no setor privado apresentou estabilidade em relação ao trimestre anterior e teve alta 18,5% no ano.

O número de Trabalhadores por Conta Própria foi de 25,4 milhões de pessoas, caiu 1,9% na comparação com o trimestre anterior, mas subiu 8,6% no ano.

O número de Trabalhadores Domésticos foi de 5,7 milhões de pessoas e apresentou estabilidade no confronto com o trimestre anterior e subiu 20,8% no ano.

A pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE.