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A taxa de desocupação entre abril e junho de 2021 foi de 14,1%, um pouco abaixo do trimestre anterior, que foi de 14,7%, mas acima do mesmo trimestre de 2020, de 13,3%. A população desocupada, cerca de 14,4 milhões de pessoas, levemente abaixo dos 14,8 milhões de pessoas do trimestre anterior, mas acima do mesmo trimestre de 2020, onde haviam 12,8 milhões de pessoas.

São 87,8 milhões de pessoas ocupadas, mais 2,1 milhões de pessoas em relação ao trimestre anterior e mais 4,4 milhões de pessoas frente ao mesmo trimestre de 2020. O nível da ocupação, percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, é estimado em 49,6%, melhor que o trimestre anterior, de 48,4%, e que o mesmo trimestre de 2020, de 47,9%.

A taxa de subutilização foi de 28,6%, abaixo do trimestre anterior, com 29,7%, e do mesmo trimestre de 2020, com 29,1%. São 32,2 milhões de pessoas subutilizadas, menos 993 mil pessoas frente ao trimestre anterior, mas levemente superior na comparação anual, com 31,9 milhões.

A população desalentada foi de 5,6 milhões de pessoas, menos 388 mil pessoas do que no trimestre anterior e estável no ano. O percentual de desalentados foi de 5,2%, abaixo dos 5,6% nos trimestres de referência.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado, excluindo trabalhadores domésticos, foi de 30,2 milhões de pessoas, subindo 2,1% frente ao trimestre anterior e ficando estável ante o mesmo trimestre de 2020.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado, foi de 10 milhões de pessoas, subindo 3,4% frente ao trimestre anterior e 16,0% no ano.

O número de trabalhadores domésticos foi de 5,1 milhões de pessoas, estável no confronto com o trimestre anterior, mas subiu 8,4% no anual.

O número de empregados no setor público foi de 11,8 milhões de pessoas, incluindo estatutários e militares, ficou estável frente ao trimestre anterior, mas caiu 539 mil pessoas ante a 2020.

A taxa de informalidade foi de 40,6% da população ocupada, ou 35,6 milhões de trabalhadores informais. No trimestre anterior, a taxa havia sido 39,6% e, no mesmo trimestre de 2020, 36,9%.

A pesquisa foi realizada e divulgada pelo IBGE.

Publicado por Luis Panizo

Estudioso em investimentos gerais e economia.

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