Produção Industrial

A produção industrial nacional cresceu 1,4% em maio comparada a abril, na série com ajuste sazonal, interrompendo 3 meses consecutivos de queda, quando acumulou perda de 4,7%. Comparado a maio do ano passado, o crescimento foi de 24,0%, neste ano, a alta foi de 13,1% e, em 12 meses, de +4,9%. Segundo apurou o IBGE.

Entre as grandes categorias econômicas, puxaram as taxas positivas de maio os setores de Bens de Consumo semi e não-duráveis, com +3,6%, e Bens de Capital, com +1,3%.

Os setores com resultados negativos foram o de Bens de consumo duráveis, com -2,4%, e Bens Intermediários, com -0,6%.

Entre as grandes categorias econômicas, cresceram em 2021 os Bens de Capital, +43,7%, devido às altas em Equipamentos de Transporte, +64,8%, para Fins Industriais, +26,8%, e Agrícolas, +60,4%, e Bens de Consumo Duráveis, +37,5%, graças as altas de Automóveis, +43,7%, e Eletrodomésticos da linha branca, +47,9%.

Entre as atividades, veículos automotores, reboques e carrocerias, +52,9%, máquinas e equipamentos, +39,4%, artigos do vestuário e acessórios, +36,6%, produtos têxteis, +36,3%, e produtos de minerais não-metálicos, +32,6%, foram os destaques positivos.

Por outro lado, entre as atividades em queda, a principal influência foi dos produtos alimentícios, com -5,2%, pressionada pela menor fabricação de itens como açúcar, biscoitos e bolachas, leite em pó, tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração do óleo de soja, arroz, massas alimentícias secas, achocolatados em pó, óleo de soja em bruto e refinado, margarina, farinha de trigo, café e conservas de peixes.

Publicado por Luis Panizo

Estudioso em investimentos gerais e economia.

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